O despertador toca ás 3:50. Levanto me ás 4:30. A sair de casa quase ás 5 da manhã. Atravesso o rio numa ponte praticamente deserta. Estacionar o carro, apanhar o autocarro para o terminal 2. Abro a pestana momentaneamente quando ponho os olhos num comandante aéreo brutalmente giro que apanha boleia também. Ás 5:40 o cheiro maravilhoso da cafeína. Bebo dois de seguida. Melhor, muito melhor. Abraço o mano e ele dá-me o beijo de sempre na testa. Faço o caminho de volta, agora carregando uma melancolia. É pequenina mas sinto-a por cá. Atravesso metade da cidade. Vagarosamente começa um novo dia por aqui. Bebo o terceiro café. Estou à uma hora parada em frente ao portão do edifício. Só abre às 7:30.
Palpita-me que vai ser um longo dia....
Palpita-me que vai ser um longo dia....




